AO VIVO: EUA vão às urnas para renovar o Congresso; eleição é decisiva para Trump
A Suprema Corte se recusou a intervir em um caso envolvendo 20 mil pessoas identificadas pelo governo republicano como prováveis não cidadãos nas listas de eleitores da Califórnia, estado amplamente dominado pelo Partido Democrata.
Na Califórnia, o governo Trump havia pedido à Suprema Corte que os votos contestados fossem separados até que a cidadania dos eleitores pudesse ser verificada. Autoridades do estado, porém, afirmaram que a lista parecia conter muitos erros e que, na prática, a medida poderia impedir eleitores legalmente habilitados de votar.
A Suprema Corte não detalhou os motivos da decisão, como é comum em julgamentos de emergência.
Democratas e republicanos finalizam nesta segunda-feira (2) a campanha com os últimos comícios antes das decisivas eleições de meio de mandato, que podem provocar uma grande mudança no Congresso.
O presidente Donald Trump anunciou um discurso para 14h00 (16h00 de Brasília) no espelho d'água da capital, diante do Memorial Lincoln, que ele ordenou reformar e que se tornou um dos símbolos de seu empenho de iniciar obras para restaurar Washington.
Como eleições nos EUA devem selar destino de Trump e futuro da relação com o Brasil em 4º mandato de Lula (Foto: Reuters)
O governo do presidente Donald Trump solicitou nesta segunda-feira (2) à Suprema Corte dos Estados Unidos que impedisse temporariamente a Califórnia de contar os votos por correspondência de mais de 20 mil eleitores registrados que, segundo autoridades federais, provavelmente não são cidadãos americanos.
Em mais um capítulo da disputa judicial, que pode afetar milhares de eleitores nas eleições de meio de mandato desta terça-feira (3), o Departamento de Justiça pediu uma medida cautelar para suspender a contagem dos votos contestados até que a cidadania de cada eleitor seja verificada.
Um tribunal federal de apelações rejeitou o pedido na sexta-feira (30).
Na véspera das eleições que decidirão se o Partido Republicano, do presidente Donald Trump, manterá o controle do Congresso, a atenção dos eleitores está voltada para a economia.